PRO DIA NASCER FELIZNova peça da Cia. Vatá: "Assim é, se lhe parece...."Estreia em outubro - SESC SENAC Iracema sabados as 21h e domingos as 20h
"Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos"
PRO DIA NASCER FELIZ
A festa de aniversário da cidade, com o show do cantor e compositor Roberto Carlos, dia 13 de abril, no aterro da Praia de Iracema, deve repetir e até superar o sucesso das operações que têm garantido a segurança e comodidade da população durante os eventos populares promovidos pela Prefeitura de Fortaleza. Nesta sexta-feira, 11, os titulares da Fundação de Cultura, Esporte e Turismo de Fortaleza (Funcet), Secretaria de Turismo (Setfor), Guarda Municipal de Defesa Civil, Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania (AMC), Empresa de Transporte Urbano (Etufor), Secretaria Executiva Regional (SER) II e da Empresa de Limpeza e Urbanização (Emlurb) apresentaram suas respectivas ações à imprensa.
Nome da Oficina: - O batuque de Poço Fundo (MG): Percussão para Escola de Samba, Congada e Folia de Reis 
Quinta edição do Festival de Inverno da Serra da Meruoca, a se realizar nos dias 22, 23 e 24 de Maio na cidade de Meruoca – CE, anuncia a abertura de inscrições para seu festival competitivo de música, com um aumento de 50% no valor de sua premiação em relação ao festival do ano passado: 1º lugar, r$ 5.000,00 e troféu; 2º lugar, r$3.500,00 e troféu; 3º lugar, r$2.000,00 e troféu; Música de aclamação popular: r$1.500,00 e troféu; Melhor intérprete: r$ 1.000,00 e troféu; Melhor letra: r$500,00 e troféu. Conforme regulamento disponível nos sites: www.meruoca.ce.gov.br, festivalmeruoca.blogspot.com e www.nelsons.com.br. Único em seu formato e em atividade no Ceará, este Festival é uma realização da Prefeitura Municipal de Meruoca, da Fundação de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo de Meruoca - FUNCELT e da Associação Cultural Solidariedade e Arte – SOLAR.

órgão da Prefeitura Municipal de Icó, é o mais antigo teatro do Ceará. Inaugurado em 1860 e remanescente da fase áurea da cidade como centro de atividade econômica baseada na criação do gado, no cultivo das vazantes do rio Salgado e no comércio, durante o final do século XVIII até meados do século XIX, o prédio foi tombado em 1983 pelo Estado como patrimônio histórico e artístico.O amplo espaço diante e ao lado do qual está implantado o teatro forma um conjunto arquitetônico composto pela antiga Casa da Câmara e Cadeia, o Sobrado do Barão do Crato e a Igreja do Bonfim. A praça situada defronte a essas edificações ficou conhecida como o Largo do Théberge (atual Praça Sete de Setembro), em alusão ao médico francês Pedro Théberge (1811/1864), idealizador do teatro e um dos nossos mais importantes historiadores, autor do livro Esboço Histórico Sobre a Província do Ceará, publicado em 1869 por iniciativa de seu filho, Henrique Théberge, e reeditado em 1973, pela Imprensa Oficial.
O Sertão dos Inhamuns receberá, no período de 6 a 13 de outubro, o III Festival dos Inhamuns – Circo, Bonecos e Artes de Rua. A terceira edição do Festival ocorrerá nos municípios de Tauá, Arneiroz e Crateús, com apresentações itinerantes em Nova Russas, Novo Oriente e Parambu, todos localizados na região sudoeste do Ceará. O evento reunirá mais de 65 grupos, somando mais de 450 artistas do Ceará e de diversos Estados brasileiros, como Santa Catarina, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Toda a programação é gratuita.

Acontece, a partir de hoje, terça-feira (18), prosseguindo até sábado (22), das 8 às 21h, o 13° Congresso Brasileiro de Folclore, no Sebrae-CE, à Av. Monsenhor Tabosa, 777, e no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.
A iniciativa é da Comissão Cearense de Folclore e conta com o apoio da Prefeitura de Fortaleza, por meio da Fundação de Cultura, Esporte e Turismo (Funcet), e da Comissão Nacional de Folclore.Com o tema “Folclore – Diversidade, educação, políticas públicas e direitos culturais”, esta edição do congresso busca trazer à tona, estudos recentes que investigam as dificuldades atuais das culturas populares, favorecendo uma compreensão do povo brasileiro. O 13o Congresso Brasileiro de Folclore discutirá também sobre o direito intelectual do portador do folclore, assunto voltado para as diretrizes da Unesco e da Organização Mundial da Propriedade Intelectual.O evento tem caráter acadêmico e cultural, e traz uma programação composta de cursos, palestras, mesas redondas, oficinas, grupos de trabalho e apresentações culturais.
Inscrições e acesso à programação do congresso através do site www.vceventos.com.br/folclore2007.Mais informações na assessoria de comunicação da Funcet (3105.1386), falar com Adriana Albuquerque ou Emmanuel Nogueira.
6º Nóia – Festival de Cinema Universitário está com inscrições abertas
“A cidade e suas Nóias”, é o tema da sexta edição do Festival de Cinema e Vídeo Universitário - Nóia. O tema deste ano pretende discutir as particularidades que as cidades têm para cada um de seus habitantes, as várias “cidades” escondidas em cada rua, em cada pensamento e as possibilidades de reinvenção da realidade urbana através do audiovisual. As inscrições para participar do Festival que acontece no pernema e Vcom festivalnoia. com) já estão abertas e podem ser feitas até o dia 30 de setembro. Estudantes universitários de todo o país podem participar do Nóia, inscrevendo produções em vídeo ou película. O tema para a postagem de material é livre e podem concorrer as seguintes categorias: ficção, documentário, animação, experimental e videoclipe. As inscrições são gratuitas e os curtas concorrem ao Troféu Nóia.
Cada estudante pode inscrever, no máximo, dois trabalhos para concorrer ao Troféu Nóia. O regulamento completo e os procedimentos para efetuar a inscrição constam no site oficial do Festival (http://www.festivalnoia.com/). O Festival acontece, entre os dias 03 e 08 de dezembro, no Cine Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.
O Nóia, que foi o único Festival cearense de cinema agraciado pelo Edital de Cultura da Petrobras, em 2007, firmou-se como um dos mais importantes festivais de cinema e vídeo independente do País, incentivando a participação de centenas de jovens produtores, advindos de um dos espaços de maior fluência da criação: a universidade. Somente no ano passado, o Festival contou com 130 inscrições de todo o País, sendo 23 delas cearenses, um recorde. O 6º Nóia é organizado pela Dínamo Vox Comunicação e Produção Cultural, com co-realização do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.
Contatos:
Júnior Ratts, coordenador geral do Nóia (85) 8747.4650;
Virna Paz, coordenadora de produção do Nóia (85) 9947.5777.
noia_festival@ yahoo.com. br
www.festivalnoia. com
Mais informações
Falar com Paulo Jr. Pinheiro, (85) 9994.2821; ou Luana Amorim, (85) 8836.5570, da AMPLA Assessoria de Comunicação, (85) 3227.0863. E-mails: http://br.f345.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=paulojr@amplassessoria.com.br e http://br.f345.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=luana@amplassessoria.com.br
O RETORNO............
Fortaleza comemorou ontem seu aniversário de 281 anos. O palco da festa foi a Praça do Ferreira, que recebeu atrações durante o dia e a noite. Belchior, Ednardo e Quinteto Agreste foram algumas das apresentações que o fortalezense assistiu para encerrar as comemorações em homenagem à cidade
A festa promovida pela Fundação de Cultura, Esporte e Turismo de Fortaleza (Funcet) começou mais cedo com maracatus, cortejos e apresentações que levaram festa ao Centro da cidade durante todo o dia. De acordo com Fátima Mesquita, presidente da Funcet, a comemoração foi feita por pessoas que trabalham pela cidade o ano inteiro. "São os pontos altos das nossas políticas públicas", ressalta.
Apresentando produções de Recife, Maranhão, Belo Horizonte e São Paulo, contempladas pelo Prêmio Caravana Funarte Petrobrás de Circulação Nacional, a programação mostra um breve recorte das diferentes propostas artísticas que configuram o panorama da dança brasileira atual. O espetáculo Maranhão de Festejos, da companhia maranhense Barrica, é a atração deste domingo, dia 08, no Anfiteatro do Dragão do Mar. As próximas atrações são Receita e Não Digas Nada, da companhia mineira SeraQuê?, Lúmen, do Grupo Experimental de Pernambuco, O Capataz de Salema, da Cia. Fiandeiros de Teatro, Sobre Nossos Corpos, da Cia. Etc. e Como? e Clandestino, dos paulistas Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira . Confira abaixo a sinopse dos espetáculos:
O Projeto Quinta com Dança de março apresenta o espetáculo “Caçadores de Pipa”, da Cia. Vatá, mergulha na história do samba e faz pontes com as manifestações e ritmos da tradição nordestina que parecem compor a história e trajetória do samba, cujo nascedouro está na África negra. Ritmos como o côco, o batuque e tantos outros são trilhas de investigação até chegar no samba de raiz.


O som do ferro e do couro percutido do maracatu Solar pede passagem na avenida. À frente, comandando a massa, o artista plástico e músico Descartes Gadelha, responsável por inovações rítmicas do maracatu Nação Baobab, criado nos anos 90, e que influenciou outras agremiações. Os ensaios acontecem às terças, quartas e sábados no casarão que sedia a ONG Solar, ali na avenida da Universidade, quase em frente a Adufc - Associação dos Docentes da UFC. A Associação Cultural Solidariedade e Arte - Solar nasceu há menos de dois anos. Precisamente "um ano e oito meses, que a gente resolveu fazer esta experiência", conta o presidente, músico Pingo de Fortaleza. A casa, portas abertas a outras manifestações culturais. Vai abrigar, diz Pingo, uma oficina de bonecos ministrada por Babi Guedes, oficina e publicação de cordéis (já saiu um, O encontro de Mário Gomes com a alma de Zé Limeira, de Jair Moraes), e apoia o teatro, a exemplo do espetáculo do grupo Cavaleiros da Dama Pobreza. Além de Pingo, a ONG Solar tem ainda a livreira Mileide Flores (vice presidente), o poeta Alan Mendonça, o Amarildo (dono da loja Nordestinados), a coralista Tieta Pontes, o músico Wilton Matos, os batuqueiros da Caravana Cultural, o pessoal do Movimento Bacurim, Tembiú e Movimento Crítica Radical, o dramaturgo Ghil Brandão, a diretora do Theatro José de Alencar - Elisa Gunther, a arte-educadora Gislene Andrade, o músico Juliano Smith, a Regina Elizabeth, irmã do Pingo, Calé Alencar e Dilson Pinheiro... "São muitas pessoas mesmo", reforça Pingo.
A ONG Solar, vai explicando o presidente, reuniu "várias pessoas que já vinham desenvolvendo trabalhos coletivos na área da cultura e da cidadania". Entre as ações implementadas pela Solar estão a produção de eventos, como o Festival de Música da Meruoca e o de Icapuí, de "discos de outros colegas", e fez um mapeamento cultural da cidade. "Minha passagem pela Funcet foi uma aprendizagem", diz Pingo, que trabalhou seis meses no órgão de cultura municipal. "Saí com um compromisso maior e também entendi os limites do setor estatal. No terceiro setor, temos mais liberdade", reforça. Um dos objetivos da Solar é, explica Pingo, "dar encaminhamento à produção cultural com uma ação mais objetiva. A gente percebeu que precisava aglutinar mais gente numa dinâmica artística. E as coisas começaram a acontecer".
Uma das ações da Solar é o fortalecimento dos maracatus. "No Solar, fazemos o que não podemos fazer no Az de Ouro, que tem um compromisso com a tradição, e de quem somos filhos", diz Pingo, que chamou o incansável Descartes Gadelha para dar o tom e o toque da novíssima agremiação, a partir de uma pesquisa com ritmos da década de 40, um "batuque com muita liberdade de expressão", reforça Pingo. Sete da noite, enquanto Descartes Gadelha não chega para o ensaio, na cozinha do casarão - também barracão do Solar - a rainha do maracatu, atriz Eugênia Nogueira, conversa com o figurinista, animadíssimo com as compras que acabou de fazer. "Querida, fiz uma coisa bem prática, não sei se você vai gostar...", diz Jander Mendes, o Magaiver, enquanto abre a sacola com muitos cortes de tecidos em que o amarelo domina. "Uns panos bem afro, para as negras", fala Magaiver, arrematando: "Tudo na avenida tem que ser muito vistoso". Rapidinho, o criativo Magaiver veste Eugênia, enrola uns panos em seu corpo, improvisa um turbante com uma esteirinha de palha. Ficou incrível. Os recursos minguados exigem de contrapartida muita criatividade. Pois é o que se verá.
Lá no quintal, ventilado, é que acontecem os ensaios, propriamente. Chegando em cima da hora, Elisa Gunther. "Já saí no Az de Ouro e um ano no Nação Iracema. Mas, em 2007, vou de maracatu Solar. Eu nunca tinha vivido esta coisa da construção, do conjunto. De ver o maracatu nascer e crescer em cada ensaio. É um lindo trabalho coletivo, todo mundo contribuindo. Esta é a função principal da cultura tradicional popular: não é só o espetáculo, é a vivência e a expressão da criação. E aqui, a gente está tendo esta oportunidade", diz Elisa, que trouxe dois sobrinhos para vivenciar este novinho maracatu.
Carregando sua alfaia, vem chegando o griô - como diz o Pingo (griôs são os mestres africanos responsáveis por contar a história de sua gente para as novas gerações). Sim, o griô do maracatu, claro, é Descartes Gadelha - ele quem criou uma das mais incríveis inovações do maracatu, a chocalheira do Nação Baobab. A loa do Solar leva a assinatura dele mais Pingo de Fortaleza, Wilton Matos, Alan Mendonça e Inês Mapurunga. Para cantá-la na Domingos Olímpio, Pingo, Inês, Jordie Guedes, Wilton Matos e Marcvs Brito. Descartes Gadelha diz que inovação será esta. "Orson Welles gravou o maracatu do Raimundo Feitosa, o Raimundo Boca Aberta, quando esteve em Fortaleza, nos anos 40, para filmar It´s All True. É uma maravilha! O maracatu era lindo, alegre, pra cima, com seu batuque índio-africano. As bases da música do Ceará estão nas células rítmicas daquela gravação. Chorei, quando ouvi a voz do meu querido e velho amigo Raimundo. Escutei uma semana, e organizei a partitura".
Quer dizer então que nosso maracatu nem sempre teve esta batida lenta? "Uma coisa ruim, pra história do nosso carnaval, aconteceu em 1970, quando importamos, das escolas de samba do Rio de Janeiro, o vestuário luxuoso. O lamê, os paetês, os tecidos pesados, as armações pesadas das fantasias de luxo. E aí, abandonamos a leveza da chita por uma armação de ferro. O maracatu passou a ter este ar de procissão, solene, lento. A batida não era mais para acompanhar uma coreografia pulsante, mas para mostrar as fantasias, verdadeiros monumentos indançáveis. Daí nossa intenção de fazer um maracatu sem plumas e sem paetês. Sem lamê e sem lamento. Só alegria!". Pronto, o ensaio já vai começar. A moça que toca o xequerê, natural de São Paulo, espalha contentamento. "Adorei! Na minha terra não tem isso...". Ao lado dela, outros ritmistas, os tambores da Caravana Cultural, Pingo ao violão, puxando a loa, e o pulsar dos ferros poderosos - três triângulos, um chocalho grande, uma enxada sem o cabo.
A música é irresistível. Primeiro, os versos da loa, nua, só voz, e então, a um comando de Descartes Gadelha, o peso do batuque toma conta do quintal, a rainha evolui com seus panos coloridos e seu adereço leve de cabeça, o pessoal dança, homens, mulheres, crianças - um pai com sua filhinha ao colo se balança ao som acelerado do maracatu. Tudo muito bonito de ver e ouvir, na noite quase de lua cheia, o cheiro suave das flores cor de rosa da espirradeira (único verde do quintal cimentado), e as vozes em conjunto, cantando: "Na soleira do tempo/ eu, de chapéu de sol/ giro o vento, giro o mundo/ de batuque e farol". Quem resiste?
SERVIÇO
MARACATU SOLAR - ensaios na sede da ONG Solar: av. da Universidade, 2333 - quase em frente à Adufc. Terças e quartas, às 19h; sábados, a partir das 16h.
Blusas do Maracatu Solar
Compre a camisa do mais novo maracatu de Fortaleza: Maracatu SolarDesfile no Maracatu Solar na Av. Domingos Olimpio no dia 18, domingo de carnaval. Compre a blusa e venha maracatusambar!!
O desenho é uma obra de Descartes Gadelha
www.mirandacaru.fotoblog.uol.com.br/photo20070205004331.html
Apenas R$20,00 Vendas Limitadas
Compre pelo telefone( 085) 32261189 ou na sede do maracatu
fonte Jornal O Povo