A festa de aniversário da cidade, com o show do cantor e compositor Roberto Carlos, dia 13 de abril, no aterro da Praia de Iracema, deve repetir e até superar o sucesso das operações que têm garantido a segurança e comodidade da população durante os eventos populares promovidos pela Prefeitura de Fortaleza. Nesta sexta-feira, 11, os titulares da Fundação de Cultura, Esporte e Turismo de Fortaleza (Funcet), Secretaria de Turismo (Setfor), Guarda Municipal de Defesa Civil, Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania (AMC), Empresa de Transporte Urbano (Etufor), Secretaria Executiva Regional (SER) II e da Empresa de Limpeza e Urbanização (Emlurb) apresentaram suas respectivas ações à imprensa.11 abril 2008
A festa de aniversário da cidade, com o show do cantor e compositor Roberto Carlos, dia 13 de abril, no aterro da Praia de Iracema, deve repetir e até superar o sucesso das operações que têm garantido a segurança e comodidade da população durante os eventos populares promovidos pela Prefeitura de Fortaleza. Nesta sexta-feira, 11, os titulares da Fundação de Cultura, Esporte e Turismo de Fortaleza (Funcet), Secretaria de Turismo (Setfor), Guarda Municipal de Defesa Civil, Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania (AMC), Empresa de Transporte Urbano (Etufor), Secretaria Executiva Regional (SER) II e da Empresa de Limpeza e Urbanização (Emlurb) apresentaram suas respectivas ações à imprensa.08 abril 2008
Nome da Oficina: - O batuque de Poço Fundo (MG): Percussão para Escola de Samba, Congada e Folia de Reis 
29 março 2008
DIA 04/ABRIL / sexta-feira
12 março 2008
Quinta edição do Festival de Inverno da Serra da Meruoca, a se realizar nos dias 22, 23 e 24 de Maio na cidade de Meruoca – CE, anuncia a abertura de inscrições para seu festival competitivo de música, com um aumento de 50% no valor de sua premiação em relação ao festival do ano passado: 1º lugar, r$ 5.000,00 e troféu; 2º lugar, r$3.500,00 e troféu; 3º lugar, r$2.000,00 e troféu; Música de aclamação popular: r$1.500,00 e troféu; Melhor intérprete: r$ 1.000,00 e troféu; Melhor letra: r$500,00 e troféu. Conforme regulamento disponível nos sites: www.meruoca.ce.gov.br, festivalmeruoca.blogspot.com e www.nelsons.com.br. Único em seu formato e em atividade no Ceará, este Festival é uma realização da Prefeitura Municipal de Meruoca, da Fundação de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo de Meruoca - FUNCELT e da Associação Cultural Solidariedade e Arte – SOLAR.atriz Sâmia Bitencourt oferece Curso de clown (palhaço) em Fortaleza, pois "rir ainda é o melhor remédio!"

01 março 2008
A banda cabaçal Irmãos Aniceto e a Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho se apresentaram juntos pela primeira vez há seis anos. O último encontro ocorreu no Festival de Música da Ibiapaba, em julho do ano passado, quando o Governador do Estado do Ceará, Cid Ferreira Gomes, desafiou-os para a gravação de um DVD conjunto.
Dirigido pelo cineasta carioca Sérgio Rezende (de "Zuzu Angel" e "Onde anda você"), este será o primeiro registro em DVD deste encontro musical que reafirma a diversidade cearense e a união da sonoridade popular e erudita. O vídeo tem previsão de lançamento para julho de 2008. O DVD será exibido em escolas públicas, fóruns regionais de cultura pelo interior, universidades e festivais de audiovisual, e deve ficar pronto ainda no primeiro semestre de 2008, depois de passar por três meses de edição. Ao todo serão prensadas cerca de 2 mil unidades de DVD.
O produto contará com três extras de até 30 minutos, além do espetáculo musical. O primeiro vai mostrar o dia-a-dia dos Irmãos Aniceto na zona rural do Crato, cidade natal da banda, e tocando em festas na região do Cariri. O segundo extra versa sobre o trabalho da Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho, que completou 10 anos de atividade artística em 2007. Já o terceiro apresenta as dependências e contará um pouco da história do Theatro José de Alencar, maior equipamento cultural do Estado, e que completará 100 anos em 2010. Serão seis câmaras digitais que farão, nas palavras do diretor Sérgio Rezende, “um registro impecável, à altura dos Irmãos Aniceto, que há mais de 50 anos viram meninos quando sobem ao palco”.
O espetáculo é aberto ao público, respeitando a capacidade máxima da casa (750 espectadores).
Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho A Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho tem dez anos de atividades artísticas de música de concerto. O projeto é a principal ação da área musical da Secretaria da Cultura, viabilizado pelo Sistema Estadual da Cultura, com apoio de Coelce e Oi Futuro. Segundo Marcio Landi, regente e diretor artístico desde a criação da Orquestra, o grupo conquistou ao longo desta década maturidade musical, firmando-se como um conjunto de formação flexível e versátil, abordando amplo repertório – de Bach aos principais compositores dos séculos XIX e XX – e oferecendo programas que combinam a música tradicional de concerto com obras menos convencionais.
Set list do espetáculo:
Parte I - Orquestra Eleazar de Carvalho Mulher Rendeira, de Radamés Gnatalli Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira Ajubete jepê amo mbarê, de Liduíno Pitombeira Concerto para orquestra de cordas e percussão, Camargo Guarnieri
Parte II – Encontro Irmãos Aniceto e Orquestra Eleazar de Carvalho Marcha de Chegada Alvorada Cabocla Forró do Mestre Antônio Bendito de São José Marcha Rebatida Choro Esquenta Muié Baião Velho Forró Pesado Baião Pesquisador
Parte III – Banda Cabaçal Irmãos Aniceto Baião Trancelim Severino Brabo Dança do Marimbondo Briga do Galo Marcha Saideira Quilariô
21 fevereiro 2008
15 outubro 2007

ICÓ
Bartolomeu Nabo de Correia e mais 40 homens que faziam parte da entrada chegaram em 1683 e deram início à povoação conhecida como Arraial Novo dos Icós, a sua primeira fase. A cidade foi elevada a vila e em 1738,a terceira vila do Ceará logo após Aquiraz e Fortaleza. Em 1842 obteve a categoria de cidade.
Icó apresentou-se durante a época áurea um dos três centros comerciais e de serviços do estado, juntamente com Sobral e Aracati, possuindo uma localização estratégica na rota das boiadas e comércio da carne salgada, do centro-sul do estado, inclusive da Paraíba.
Teatro da Ribeira dos Icós: dentre o seu acervo arquitetônico de destaque possui o mais antigo teatro do estado do Ceará (Teatro da Ribeira dos Icós, datado de 1860, construído sessenta anos antes do afamado teatro José de Alencar pelo arquiteto Henrique Théberge, filho do médico e historiador que financiou esta obra neoclássica, Pedro Théberge, contendo dois pavimentos, onde o interior térreo compõe-se de três galerias, além de camarotes superiores no primeiro andar.
Casa de Câmara e Cadeia: além de contar com uma das mais seguras cadeias de sua época, hoje desativada, a Casa de Câmara e Cadeia, onde segundo contam que o então governador João de Tefé, propôs ao El-Rei que fosse cobrados impostos de meio tostão por cada cabeça de gado que fosse abatido para Bahia e Rio de Janeiro, para com esse impostos a Cadeia e Casa da Câmara em três vilas, inclusive a de Icó. Em 20 de abril de 1882, foi baixado um decreto criando a capela no interior da penitenciária, que guarda em seu interior a imagem de São Domingos (protetor dos presidiários). O prédio possui dois pavimentos, um com andar superior e outro o térreo, onde funciona a Cadeia Pública. A espessura é de um metro e meio. Os portões são verdadeiras fortalezas, possuem chave única de aproximadamente meio quilo. As celas possuem um dos mais perfeitos esquemas de segurança do estado. Atualmente está inativa e passará pelas últimas reformas de restauração.
Igreja de Nossa Senhora da Conceição: destaque para um dos componentes da formação do povoado e da disputa interna entre os Monte e os Feitosa; essa bela igreja histórica destaca-se pelos belos efeitos decorativos, donde se têm uma visão panorâmica da cidade pelo adro, cujo estilo quase com certeza é português pelo barroco das artes lusitanas; ao lado da igreja encontra-se o cemitério centenário.
órgão da Prefeitura Municipal de Icó, é o mais antigo teatro do Ceará. Inaugurado em 1860 e remanescente da fase áurea da cidade como centro de atividade econômica baseada na criação do gado, no cultivo das vazantes do rio Salgado e no comércio, durante o final do século XVIII até meados do século XIX, o prédio foi tombado em 1983 pelo Estado como patrimônio histórico e artístico.O amplo espaço diante e ao lado do qual está implantado o teatro forma um conjunto arquitetônico composto pela antiga Casa da Câmara e Cadeia, o Sobrado do Barão do Crato e a Igreja do Bonfim. A praça situada defronte a essas edificações ficou conhecida como o Largo do Théberge (atual Praça Sete de Setembro), em alusão ao médico francês Pedro Théberge (1811/1864), idealizador do teatro e um dos nossos mais importantes historiadores, autor do livro Esboço Histórico Sobre a Província do Ceará, publicado em 1869 por iniciativa de seu filho, Henrique Théberge, e reeditado em 1973, pela Imprensa Oficial.Gustavo Barroso, em À Margem da História do Ceará, lembra a rivalidade entre as cidades de Icó e Aracati e cita o anedotário, criado pelos aracatienses, segundo o qual a centenária casa de espetáculos de Icó não teria sido inaugurada solenemente por completa ausência de convidados. O historiador reproduz a versão de que a inauguração oficial não ocorreu porque nenhum representante da elite da cidade quis correr o risco de ser o primeiro a chegar, receoso de que essa pontualidade pudesse ser interpretada como típica de um exibicionismo provinciano. Conforme citação de Gustavo Barroso, as famílias icoenses vestiram suas melhores roupas e permaneceram em alerta em suas casas, mandando escravos espionar o teatro, com ordem de retornar informados sobre a aparição dos primeiros convidados. Nessa espera, a noite teria passado e a festa inaugural não teria acontecido.
O fato é que, além dessas referências maledicentes sobre a pretensa solenidade de abertura do Teatro de Icó, as escassas informações referentes à história do teatro em livros ou mesmo no Guia dos Bens Tomados pelo Estado do Ceará, não fornecem dados esclarecedores quanto à verdade dos fatos ocorridos naquela noite, em 1860. Somente nos anos trinta, já no século XX, a historiografia do velho teatro ganha contornos mais precisos, quando, então, tem-se notícia de seu precário estado de conservação e de seu posterior processo de recuperação e reforma, empreendimento da gestão do prefeito José Pereira Curado, sob a coordenação do mestre de obras José Pereira Simão. A 17 de abril de 1935, o jornal O Povo noticia que, com recursos municipais e verbas provenientes de festivais artísticos, a Prefeitura inicia os reparos. A construção do piso de cimento em placa de duas cores, a reconstrução das alas esquerda e direita em alvenaria e os retoques na fachada principal são algumas das melhorias apontadas. Inativo em 1934, o teatro é reaberto em maio de 1935, recuperado e parcialmente reformado.
Após 1950, houve um período em que o prédio serviu de forma adaptada a exibições de filmes e na década seguinte, no foyer funcionou uma emissora de rádio. Nos anos setenta, o teto da platéia chegou a ruir e novamente o prédio sofreu interdição. Em 1978, Francisco Augusto Veloso, chefe da Divisão do Patrimônio Histórico e Artístico da Secretaria de Cultura do Estado propôs à Secretaria de Planejamento da Presidência da República um projeto de recuperação do Teatro, assinado pelos arquitetos Domingos Cruz Linheiro e Vera Mamede Accioly. Com recursos do Programa de Cidades Históricas da Fundação Pró-Memória, o Governo Virgílio Távora em convênio com a Prefeitura de Icó, na gestão de Quilon Peixoto Farias, inicia em 1979 as obras de restauração e em outubro de 1980 o teatro é mais uma vez reaberto como espaço cênico. Da programação de reabertura, que se estendeu por todos os fins-de-semana de novembro, participam a Academia Hugo Bianchi, a Comédia Cearense e os grupos Independente de Teatro Amador, Pesquisa e Vanguarda.O Teatro da Ribeira dos Icós necessita agora de outras intervenções no sentido de revitalizá-lo, com equipamentos e programa de animação que justifiquem a representatividade sociocultural de sua preservação ao longo de mais de cento e quarenta anos de existência e resistência.
08 outubro 2007
O Sertão dos Inhamuns receberá, no período de 6 a 13 de outubro, o III Festival dos Inhamuns – Circo, Bonecos e Artes de Rua. A terceira edição do Festival ocorrerá nos municípios de Tauá, Arneiroz e Crateús, com apresentações itinerantes em Nova Russas, Novo Oriente e Parambu, todos localizados na região sudoeste do Ceará. O evento reunirá mais de 65 grupos, somando mais de 450 artistas do Ceará e de diversos Estados brasileiros, como Santa Catarina, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Toda a programação é gratuita.Antes de seguir para o Interior cearense, o Festival terá uma abertura oficial em Fortaleza, na sexta-feira, dia 5 de outubro, às 20 horas, no Espaço Mix do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, com o lançamento do livro “Cassimiro Coco de Cada Dia – Botando Boneco no Ceará”, da escritora, atriz, arte-educadora, produtora e diretora do Grupo Bonecos e Mamulengos, Ângela Escudeiro.
O III Festival dos Inhamuns – Circo, Bonecos e Artes de Rua é uma promoção do Governo do Estado do Ceará com realização da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (Secult), com apoio cultural do Instituto Avon e Oi Futuro e apoio das Prefeituras Municipais de Tauá, Arneiroz e Crateús. O projeto leva ao sertão cearense a riqueza das manifestações de arte popular e de rua, com apresentações de palhaços, artes circenses, bonecos, teatro de atores, malabares e pernas de pau. Além das apresentações dos artistas e grupos convidados e selecionados, o Festival também irá promover oficinas preparatórias com o objetivo de formar pessoas para dar continuidade a essas movimentações artísticas durante todo o ano, além de promover e valorizar a arte. Na programação de oficinas, temas como técnicas circenses, marionetes e treinamentos de iluminação, sonorização e de camareira.
O município de Tauá, localizado a 344 km de Fortaleza, terá programação durante todo o período de Festival, com início no sábado (6), a partir das 16 horas, com a Concentração Cortejo, seguida de espetáculos de circo, com Circo Educativo município Fortaleza (CE), além de grupos do Crato (CE), e do Rio de Janeiro (RJ). A partir do domingo (7), haverá oficinas, palestras, fóruns e mesas redondas durante o dia. Já em Arneiroz e Crateús, municípios localizados a 389 km e 354 km de Fortaleza, respectivamente, o Festival começa na terça-feira (9), palestras e debates durante o dia, e com a programação artística no período da noite.
• III Festival dos Inhamuns – Circo, Bonecos e Arte de Rua
Data: De 6 a 13 de outubroLocal: Municípios de Tauá, Arneiroz e Crateús – Sertão dos InhamunsInformações: (85) 3263.7102
Veja a programação oficial aqui: Programação do III Festival dos Inhamuns
Outras informações sobre o assunto com:· AD2M Engenharia de Comunicação, assessoria de imprensa do III Festival dos Inhamuns, pelo fone (85) 3258.1001. Falar com Karol Ximenes (85) 8855.4741 ou Mauro Costa (85) 8879.8474.
VI Bienal Internacional de Dança do Ceará apresenta performances no Dragão do Mar

Co-produções, instalações, performances, vídeos, palestras e espetáculos da Suíça, Congo, Bélgica, São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são apresentados nos palcos de Fortaleza. No Dragão do Mar, os eventos acontecem a partir de 19 de outubro
A partir de 19 de outubro, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (CDMAC) abrande performances, vídeos, lançamentos literários e diversas experiências acerca da dança contemporânea mundial. A VI Bienal Internacional de Dança do Ceará, que inicia suas atividades neste fim de semana em outros espaços da cidade totaliza 39 eventos artísticos e educativos. Profissionais de todas as partes do mundo trocam idéias sobre as especificidades da dança e mostram ao público um universo rico e plural dos movimentos do corpo.
Criada em 1997 para ampliar o cenário da dança contemporânea no Ceará, a Bienal desencadeou uma série de conquistas no Estado. Uma delas foi a implantação do Colégio de Dança do Ceará, que possibilitou formação gratuita para bailarinos, coreógrafos e professores. O Colégio de Dança colaborou ainda para o surgimento de um novo perfil de artista-cidadão da dança, muito mais engajado e capaz de se articular e mobilizar coletivamente para reivindicar e propor políticas públicas para a dança. Desde então, vários artistas cearenses passaram a freqüentar a lista de nomes contemplados por editais, programas e eventos na área de dança.
Outra conquista é o “Quinta com Dança ”, programa de formação de platéia que existe há seis anos com apresentações semanais de dança no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Abaixo, confira a programação da VI Bienal Internacional de Dança do Ceará:
Programação (Entrada franca)
Dia 19 18h – Lançamento do livro “CIDADÃOS DANÇANTES - A experiência de Ivaldo Bertazzo com o Corpo de Dança da Maré”, de Silvia Soter – Rio de Janeiro: UniverCidade Editora, 2007 – Local: Auditório
Dia 21 15h – Performances – Local: MAC – Blessure – Yann Marussich (Suíça) – Impermanências – Vera Sala (SP) 17h – Água de Meninos – Artelaria (Fortaleza-CE) – Local: Bosque da Praça Verde 19h – Tempo Líquido – Maria Alice Poppe (RJ) e Palabre - Andreya Quamba (Congo) – Local: Teatro
Dia 22 18h – Sketches para (Meu Sagrado Coração Bêbado) – Cláudio Bernardo (Bélgica) – Local: Teatro
Dia 23 18h – Confluir – Thembi Rosa (Minas Gerais) e Take it away – Andreya Quamba (Congo) – Local: Anfiteatro 19h – Entre e saia para entre Salas – Cia Etra (Fortaleza–CE) – Local: Espaço Mix 21h – Bull Dancing – Marcelo Evelin (PI) – Local: Teatro
Dia 25 18h – Mostra Nova Cena (CE) – Local: Teatro Serurbano – Arte em Rua (Fortaleza-CE) Abandonadouro – Elane Fonseca (Fortaleza-CE) Amores Difíceis – Elos Dança (Itapipoca-CE) Olho (Cena do Balé Iluzão) – Experimentus Cia. de Dança (Fortaleza-CE) Delicatesse, ensaio para ser mulher – Jaqueline Peixoto (Fortaleza-CE) Meu canto tem trilha – Joubert Arrais (Fortaleza-CE) Desespero para felicidade ou se eu não gostar nada é para sempre – Márcio Medeiros (Maracanaú-CE) Mesclas Flamencas – Palos Cia. de Dança Flamenca (Fortaleza-CE) Parcours – Percurso Cia. de Dança (Fortaleza-CE) História de um espaço – Rosa Ana Fernandes de Lima (Fortaleza-CE/França)
Dia 26 19h – Advento do Ser – Ballet Baião (Itapipoca–CE) – Local: Espaço Mix 20h – Algum lugar qualquer lugar – Grupo N8 (Fortaleza–CE) – Local: Teatro Dia 27 18h – Produto de 1ª – Cia. Dita (Fortaleza–CE) – Local: Espaço ao lado da Livraria 19h – Outros Mares – Cia. de Dança de Paracuru (Paracuru–CE) – Local: Anfiteatro
Dia 28 15h – Performances – Local: MAC – Blessure – Yann Marussich (Suíça) – Impermanências – Vera Sala (SP) 18h – Encarnado – Lia Rodrigues (RJ) – Local: Teatro 19h – Clandestino – Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira (SP) – Local: Anfiteatro 20h – Só tinha de ser com você – Quasar (GO) – Local: Praça Verde
Outras informações: (85) 3488.8600 / 3252.4108
26 setembro 2007

18 setembro 2007
Acontece, a partir de hoje, terça-feira (18), prosseguindo até sábado (22), das 8 às 21h, o 13° Congresso Brasileiro de Folclore, no Sebrae-CE, à Av. Monsenhor Tabosa, 777, e no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.
A iniciativa é da Comissão Cearense de Folclore e conta com o apoio da Prefeitura de Fortaleza, por meio da Fundação de Cultura, Esporte e Turismo (Funcet), e da Comissão Nacional de Folclore.Com o tema “Folclore – Diversidade, educação, políticas públicas e direitos culturais”, esta edição do congresso busca trazer à tona, estudos recentes que investigam as dificuldades atuais das culturas populares, favorecendo uma compreensão do povo brasileiro. O 13o Congresso Brasileiro de Folclore discutirá também sobre o direito intelectual do portador do folclore, assunto voltado para as diretrizes da Unesco e da Organização Mundial da Propriedade Intelectual.O evento tem caráter acadêmico e cultural, e traz uma programação composta de cursos, palestras, mesas redondas, oficinas, grupos de trabalho e apresentações culturais.
Inscrições e acesso à programação do congresso através do site www.vceventos.com.br/folclore2007.Mais informações na assessoria de comunicação da Funcet (3105.1386), falar com Adriana Albuquerque ou Emmanuel Nogueira.
6º Nóia – Festival de Cinema Universitário está com inscrições abertas
“A cidade e suas Nóias”, é o tema da sexta edição do Festival de Cinema e Vídeo Universitário - Nóia. O tema deste ano pretende discutir as particularidades que as cidades têm para cada um de seus habitantes, as várias “cidades” escondidas em cada rua, em cada pensamento e as possibilidades de reinvenção da realidade urbana através do audiovisual. As inscrições para participar do Festival que acontece no pernema e Vcom festivalnoia. com) já estão abertas e podem ser feitas até o dia 30 de setembro. Estudantes universitários de todo o país podem participar do Nóia, inscrevendo produções em vídeo ou película. O tema para a postagem de material é livre e podem concorrer as seguintes categorias: ficção, documentário, animação, experimental e videoclipe. As inscrições são gratuitas e os curtas concorrem ao Troféu Nóia.
Cada estudante pode inscrever, no máximo, dois trabalhos para concorrer ao Troféu Nóia. O regulamento completo e os procedimentos para efetuar a inscrição constam no site oficial do Festival (http://www.festivalnoia.com/). O Festival acontece, entre os dias 03 e 08 de dezembro, no Cine Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.
O Nóia, que foi o único Festival cearense de cinema agraciado pelo Edital de Cultura da Petrobras, em 2007, firmou-se como um dos mais importantes festivais de cinema e vídeo independente do País, incentivando a participação de centenas de jovens produtores, advindos de um dos espaços de maior fluência da criação: a universidade. Somente no ano passado, o Festival contou com 130 inscrições de todo o País, sendo 23 delas cearenses, um recorde. O 6º Nóia é organizado pela Dínamo Vox Comunicação e Produção Cultural, com co-realização do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.
Contatos:
Júnior Ratts, coordenador geral do Nóia (85) 8747.4650;
Virna Paz, coordenadora de produção do Nóia (85) 9947.5777.
noia_festival@ yahoo.com. br
www.festivalnoia. com
Mais informações
Falar com Paulo Jr. Pinheiro, (85) 9994.2821; ou Luana Amorim, (85) 8836.5570, da AMPLA Assessoria de Comunicação, (85) 3227.0863. E-mails: http://br.f345.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=paulojr@amplassessoria.com.br e http://br.f345.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=luana@amplassessoria.com.br
12 setembro 2007
O RETORNO............A vida corrida , a falta de tempo me fizeram abandonar temporariamente o meu cantinho , mas estou de volta. E com muitas novidades , aqui na minha terrinha muita coisa anda a acontecer e a partir de hoje estarei postando um pouquinho do que se passa por aqui. Se programem para ver grandes espetáculos , locais , nacionais e internacionais.
Mas sempre valorizando a cultura cearense !!!!!!!!
*Dragão do Mar
Emílio Santiago e Banda Emílio Santiago canta a sua emoção em dois dias de apresentação do Projeto MPB Petrobras. Abertura local: Marcus Caffé
17 abril 2007
Fortaleza comemorou ontem seu aniversário de 281 anos. O palco da festa foi a Praça do Ferreira, que recebeu atrações durante o dia e a noite. Belchior, Ednardo e Quinteto Agreste foram algumas das apresentações que o fortalezense assistiu para encerrar as comemorações em homenagem à cidade
A festa promovida pela Fundação de Cultura, Esporte e Turismo de Fortaleza (Funcet) começou mais cedo com maracatus, cortejos e apresentações que levaram festa ao Centro da cidade durante todo o dia. De acordo com Fátima Mesquita, presidente da Funcet, a comemoração foi feita por pessoas que trabalham pela cidade o ano inteiro. "São os pontos altos das nossas políticas públicas", ressalta. 09 abril 2007
O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura apresenta o Pôr-do-Sol Musical Especial Choro, em comemoração ao Dia Nacional do Choro, 23 de abril. A data é homenagem ao nascimento do compositor Pixinguinha. Durante todo o mês de abril, o Dragão apresenta shows de artistas variados com participação especial do mestre Macaúba.
Aos domingos, às 19h, no Espaço Rogaciano Leite Filho. Acesso livre
Dia 01 – Regional Cordas que Falam Grupo formado a partir do Programa Brasileirinho, da Rádio Universitária, atualmente apresenta recitais e concertos em importantes espaços culturais. Nesse espetáculo, o recital Chorões e Chorinhos , apresenta um repertório expressivo, inspirado em chorinhos de grandes compositores.
Dia 08 – Grupo Receita de Choro Composto por jovens músicos oriundos da UECE, recebem influência de grandes nomes da música popular brasileira como Dilermando Reis, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Época de Ouro, Altamiro Carrilho, entre outros.
Dia 15 – Marinaldo do Bandolim Filho e neto de músicos, Marinaldo do Bandolim, descobriu aos 15 anos a aptidão para a música. Teve sua estréia no Programa Choramingando, onde participou da gravação do 1º CD do grupo.
Dia 22 – Macaúba Músico autodidata e presença indispensável nas rodas de choro da nossa cidade. Ele é novamente convidado especial nesse mês dedicado ao choro. O Dragão do Mar presta homenagem a este grande representante da primeira expressão musical brasileira.
Dia 29 – Carlinhos Patriolino Dono de uma musicalidade inconfundível na forma de tocar bandolim, Carlinhos Patriolino desenvolve um trabalho autoral que revela sua herança sonora marcadamente brasileira, cujas principais influências estão na música de mestres como Jacob do Bandolim e Pixinguinha.
05 abril 2007
O Dragão do Mar comemora o Dia Mundial da Dança, 29 de abril, abancando a Caravana Funarte durante todo o mês. Uma série diversificada de espetáculos de dança do país ocupa vários espaços do Dragão do Mar
Apresentando produções de Recife, Maranhão, Belo Horizonte e São Paulo, contempladas pelo Prêmio Caravana Funarte Petrobrás de Circulação Nacional, a programação mostra um breve recorte das diferentes propostas artísticas que configuram o panorama da dança brasileira atual. O espetáculo Maranhão de Festejos, da companhia maranhense Barrica, é a atração deste domingo, dia 08, no Anfiteatro do Dragão do Mar. As próximas atrações são Receita e Não Digas Nada, da companhia mineira SeraQuê?, Lúmen, do Grupo Experimental de Pernambuco, O Capataz de Salema, da Cia. Fiandeiros de Teatro, Sobre Nossos Corpos, da Cia. Etc. e Como? e Clandestino, dos paulistas Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira . Confira abaixo a sinopse dos espetáculos:Maranhão de Festejos A Companhia Barrica, grupo artístico maranhense, integra a Caravana Funarte/Petrobrás 2007, com o espetáculo "Maranhão de Festejos", um festivo musical baseado nas danças juninas e carnavalescas maranhenses, destacando-se o Bumba-meu-boi, o Tambor de Crioula, o Boizinho Barrica, e o Bicho-Terra. Apresenta também o DVD "Musical Junino Maranhense", uma mostra de ritmos e bailados dos festejos de São João. A Companhia Barrica, com 22 anos de permanente trabalho voltado para o crescimento e valorização das festas culturais maranhenses, composta por um elenco de poetas, músicos, cantores e dançarinos, possui vários CDs, publicações e vídeos editados, já tendo percorrido diversos países como Alemanha, França, Japão, Coréia, México, Canadá, Itália, Portugal e Grécia. O musical é um show vibrante, de cores, cânticos, gingas e batuques envolventes, que faz a platéia participar como numa grande festa nos arraias e terreiros do Maranhão.
Dez coreógrafos de diferentes continentes, países e estados estão em Fortaleza para a residência da segunda etapa do CoLABoratório – Encontro de Coreógrafos Sul-Americano Europeu, realizado pelo Festival Panorama de Dança, do Rio de Janeiro, tendo como um de seus parceiros no Brasil a Bienal Internacional de Dança do Ceará. Durante quatro semanas estes artistas vão mergulhar em um processo de criação coletiva, simultaneamente a outros oito artistas que estão reunidos em Belo Horizonte (MG), onde o projeto conta com a parceria do Fórum Internacional de Dança (FID). Esta é a primeira vez que coreógrafos da América Latina, principalmente, e Europa têm a oportunidade de fazer intercâmbio de informações artísticas e trabalhar juntos. O resultado deste inusitado encontro de 18 coreógrafos é apresentado em primeira mão para o público cearense
11 março 2007
O Projeto Quinta com Dança de março apresenta o espetáculo “Caçadores de Pipa”, da Cia. Vatá, mergulha na história do samba e faz pontes com as manifestações e ritmos da tradição nordestina que parecem compor a história e trajetória do samba, cujo nascedouro está na África negra. Ritmos como o côco, o batuque e tantos outros são trilhas de investigação até chegar no samba de raiz.
22 fevereiro 2007

Dias 25 de fevereiro, às 18h, no Auditório do Dragão do Mar.
06 fevereiro 2007
Sem lamê, sem lamentoO mais novo maracatu da cidade recupera a tradição dos anos 40 - um batuque rápido e certeiro. À frente, o maestro Descartes Gadelha, comandando a percussão. Os ensaios, abertos ao público, acontecem às terças, quartas e sábados na sede da ONG Solar

O som do ferro e do couro percutido do maracatu Solar pede passagem na avenida. À frente, comandando a massa, o artista plástico e músico Descartes Gadelha, responsável por inovações rítmicas do maracatu Nação Baobab, criado nos anos 90, e que influenciou outras agremiações. Os ensaios acontecem às terças, quartas e sábados no casarão que sedia a ONG Solar, ali na avenida da Universidade, quase em frente a Adufc - Associação dos Docentes da UFC. A Associação Cultural Solidariedade e Arte - Solar nasceu há menos de dois anos. Precisamente "um ano e oito meses, que a gente resolveu fazer esta experiência", conta o presidente, músico Pingo de Fortaleza. A casa, portas abertas a outras manifestações culturais. Vai abrigar, diz Pingo, uma oficina de bonecos ministrada por Babi Guedes, oficina e publicação de cordéis (já saiu um, O encontro de Mário Gomes com a alma de Zé Limeira, de Jair Moraes), e apoia o teatro, a exemplo do espetáculo do grupo Cavaleiros da Dama Pobreza. Além de Pingo, a ONG Solar tem ainda a livreira Mileide Flores (vice presidente), o poeta Alan Mendonça, o Amarildo (dono da loja Nordestinados), a coralista Tieta Pontes, o músico Wilton Matos, os batuqueiros da Caravana Cultural, o pessoal do Movimento Bacurim, Tembiú e Movimento Crítica Radical, o dramaturgo Ghil Brandão, a diretora do Theatro José de Alencar - Elisa Gunther, a arte-educadora Gislene Andrade, o músico Juliano Smith, a Regina Elizabeth, irmã do Pingo, Calé Alencar e Dilson Pinheiro... "São muitas pessoas mesmo", reforça Pingo.
A ONG Solar, vai explicando o presidente, reuniu "várias pessoas que já vinham desenvolvendo trabalhos coletivos na área da cultura e da cidadania". Entre as ações implementadas pela Solar estão a produção de eventos, como o Festival de Música da Meruoca e o de Icapuí, de "discos de outros colegas", e fez um mapeamento cultural da cidade. "Minha passagem pela Funcet foi uma aprendizagem", diz Pingo, que trabalhou seis meses no órgão de cultura municipal. "Saí com um compromisso maior e também entendi os limites do setor estatal. No terceiro setor, temos mais liberdade", reforça. Um dos objetivos da Solar é, explica Pingo, "dar encaminhamento à produção cultural com uma ação mais objetiva. A gente percebeu que precisava aglutinar mais gente numa dinâmica artística. E as coisas começaram a acontecer".
Uma das ações da Solar é o fortalecimento dos maracatus. "No Solar, fazemos o que não podemos fazer no Az de Ouro, que tem um compromisso com a tradição, e de quem somos filhos", diz Pingo, que chamou o incansável Descartes Gadelha para dar o tom e o toque da novíssima agremiação, a partir de uma pesquisa com ritmos da década de 40, um "batuque com muita liberdade de expressão", reforça Pingo. Sete da noite, enquanto Descartes Gadelha não chega para o ensaio, na cozinha do casarão - também barracão do Solar - a rainha do maracatu, atriz Eugênia Nogueira, conversa com o figurinista, animadíssimo com as compras que acabou de fazer. "Querida, fiz uma coisa bem prática, não sei se você vai gostar...", diz Jander Mendes, o Magaiver, enquanto abre a sacola com muitos cortes de tecidos em que o amarelo domina. "Uns panos bem afro, para as negras", fala Magaiver, arrematando: "Tudo na avenida tem que ser muito vistoso". Rapidinho, o criativo Magaiver veste Eugênia, enrola uns panos em seu corpo, improvisa um turbante com uma esteirinha de palha. Ficou incrível. Os recursos minguados exigem de contrapartida muita criatividade. Pois é o que se verá.
Lá no quintal, ventilado, é que acontecem os ensaios, propriamente. Chegando em cima da hora, Elisa Gunther. "Já saí no Az de Ouro e um ano no Nação Iracema. Mas, em 2007, vou de maracatu Solar. Eu nunca tinha vivido esta coisa da construção, do conjunto. De ver o maracatu nascer e crescer em cada ensaio. É um lindo trabalho coletivo, todo mundo contribuindo. Esta é a função principal da cultura tradicional popular: não é só o espetáculo, é a vivência e a expressão da criação. E aqui, a gente está tendo esta oportunidade", diz Elisa, que trouxe dois sobrinhos para vivenciar este novinho maracatu.
Carregando sua alfaia, vem chegando o griô - como diz o Pingo (griôs são os mestres africanos responsáveis por contar a história de sua gente para as novas gerações). Sim, o griô do maracatu, claro, é Descartes Gadelha - ele quem criou uma das mais incríveis inovações do maracatu, a chocalheira do Nação Baobab. A loa do Solar leva a assinatura dele mais Pingo de Fortaleza, Wilton Matos, Alan Mendonça e Inês Mapurunga. Para cantá-la na Domingos Olímpio, Pingo, Inês, Jordie Guedes, Wilton Matos e Marcvs Brito. Descartes Gadelha diz que inovação será esta. "Orson Welles gravou o maracatu do Raimundo Feitosa, o Raimundo Boca Aberta, quando esteve em Fortaleza, nos anos 40, para filmar It´s All True. É uma maravilha! O maracatu era lindo, alegre, pra cima, com seu batuque índio-africano. As bases da música do Ceará estão nas células rítmicas daquela gravação. Chorei, quando ouvi a voz do meu querido e velho amigo Raimundo. Escutei uma semana, e organizei a partitura".
Quer dizer então que nosso maracatu nem sempre teve esta batida lenta? "Uma coisa ruim, pra história do nosso carnaval, aconteceu em 1970, quando importamos, das escolas de samba do Rio de Janeiro, o vestuário luxuoso. O lamê, os paetês, os tecidos pesados, as armações pesadas das fantasias de luxo. E aí, abandonamos a leveza da chita por uma armação de ferro. O maracatu passou a ter este ar de procissão, solene, lento. A batida não era mais para acompanhar uma coreografia pulsante, mas para mostrar as fantasias, verdadeiros monumentos indançáveis. Daí nossa intenção de fazer um maracatu sem plumas e sem paetês. Sem lamê e sem lamento. Só alegria!". Pronto, o ensaio já vai começar. A moça que toca o xequerê, natural de São Paulo, espalha contentamento. "Adorei! Na minha terra não tem isso...". Ao lado dela, outros ritmistas, os tambores da Caravana Cultural, Pingo ao violão, puxando a loa, e o pulsar dos ferros poderosos - três triângulos, um chocalho grande, uma enxada sem o cabo.
A música é irresistível. Primeiro, os versos da loa, nua, só voz, e então, a um comando de Descartes Gadelha, o peso do batuque toma conta do quintal, a rainha evolui com seus panos coloridos e seu adereço leve de cabeça, o pessoal dança, homens, mulheres, crianças - um pai com sua filhinha ao colo se balança ao som acelerado do maracatu. Tudo muito bonito de ver e ouvir, na noite quase de lua cheia, o cheiro suave das flores cor de rosa da espirradeira (único verde do quintal cimentado), e as vozes em conjunto, cantando: "Na soleira do tempo/ eu, de chapéu de sol/ giro o vento, giro o mundo/ de batuque e farol". Quem resiste?
SERVIÇO
MARACATU SOLAR - ensaios na sede da ONG Solar: av. da Universidade, 2333 - quase em frente à Adufc. Terças e quartas, às 19h; sábados, a partir das 16h.
Blusas do Maracatu Solar
Compre a camisa do mais novo maracatu de Fortaleza: Maracatu SolarDesfile no Maracatu Solar na Av. Domingos Olimpio no dia 18, domingo de carnaval. Compre a blusa e venha maracatusambar!!
O desenho é uma obra de Descartes Gadelha
www.mirandacaru.fotoblog.uol.com.br/photo20070205004331.html
Apenas R$20,00 Vendas Limitadas
Compre pelo telefone( 085) 32261189 ou na sede do maracatu
fonte Jornal O Povo
01 fevereiro 2007

Com mais de um século e meio de existência, a Ypióca é a própria história viva da indústria da cachaça no Ceará. Afinal, ela inaugurou, com grande festa, o mais completo museu da cachaça no mundo, localizado na primeira unidade fabril da Ypióca, em Maranguape, distante apenas 25 quilômetros de Fortaleza. Em sua chegada, você será recebido por um profissional que lhe abrirá as portas de um mundo espetacular, com moendas e máquinas antigas, incluindo o primeiro trator importado por empresa privada no Ceará, na década de 30.

Tonel de 374.000 litros
E o importante: todo esse valioso acervo histórico-cultural já faz parte de visitas regulares de escolas de primeiro e segundo graus de municípios vizinhos e de grupos de turistas, nacionais e internacionais, que comparam o Museu do Engenho às belezas naturais do Ceará.Para a Ypióca, preservar a história é tão importante quanto contribuir para a preservação do meio ambiente.
Horários, dúvidas e esclarecimentos: (085) 341.0407
VEJA MAIS... http://www.ypioca.com.br/port/principal.htm
30 janeiro 2007
MARACATU
O Maracatu é a mais tradicional dança dramática de origem afro- descendente presente na cultura do povo cearense, configurando um cortejo formado por baliza, porta-estandarte, índios brasileiros e nativos africanos, negras e baianas, negra da calunga, negra do incenso, balaieiro, casal de pretos velhos, pajens, tiradores de loas e batuqueiros, em reverência a uma rainha negra e sua corte real. No Ceará, o povo caboclo usa uma mistura de fuligem, talco, óleo infantil e vaselina em pasta para tingir o rosto de negro.
O ritmo do maracatu cearense é apresentado por um grupo de percussão no qual incluem-se caixas, utilizadas sem esteira para acentuar a batida grave, surdos, bumbos, ganzás, chocalhos e triângulos, também chamados de ferros, confeccionados com molas de transporte pesado, o que lhes confere um timbre característico e uma sonoridade acentuada, destacando-se dos demais instrumentos. O macumbeiro ou tirador de loas é quem canta as toadas, nas quais são geralmente enfocados temas ligados à cultura, à religião e à história da África e do Brasil.
SAIBA MAIS VISITANDO......http://www.batoque.com/fortaleza
Cortejos de Fevereiro
2 - Cortejo no Centro Dragão do Mar de Arte & Cultura - Projeto Tambores da Cidade - 20h3 - Batuque na Praia de Iracema - I Tambores Carnavalescos - 18h(Maracatu Nação Fortaleza e Batuqueiros da Caravana Cultural)
4, 10, 11 e 17 - Ensaios abertos no Ginásio Coberto do Colégio Dom Manuel da Silva Gomes (Rua Samuel Uchoa, 550 - Bom Futuro) - a partir das 18 H
18 - Cortejo no Carnaval de Rua em Fortaleza
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